Francisco Cymbron Cabral | violino e viola barroca

Nasceu em 1997. Iniciou os seus estudos musicais com 5 anos de idade, na classe de violino da professora Natália Zhylkina, no Conservatório Regional de Ponta Delgada. Foi chefe de naipe dos 2º violinos na Orquestra Juvenil do Conservatório Regional de Ponta Delgada, sob a direção de Shelley Ross e Amâncio Cabral. Durante este percurso trabalhou com maestros como César Viana, Amâncio Cabral, Shelley Ross, Cristiana Spadaro, António Carrilho, Pedro Neves, Christopher Bochmann, Javier Castro e Maurice Lormatire. Fez estágios com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e com a Orquestra Sinfónica Juvenil de Lisboa.

Em 2020 concluiu a licenciatura em Música, variante Música Antiga, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto,  na classe de violino e viola barroca com o professor Benjamin Chénier. 

Frequenta atualmente a licenciatura em viola d’arco na classe do professor Jorge Alves e o mestrado em Interpretação Artística em Música Antiga na classe de violino barroco do professor Mário Braña, ambos na ESMAE. Colaborou e participou em várias atividades nesa instituição: 3ª e 4ª Academia Júnior de Música Barroca; XIV, XV e XVI Cursos Internacionais de Música Antiga da ESMAE, onde trabalhou com Ana Mafalda Castro (orquestra) e Benjamin Chénier (ensemble seiscentista); I Jornadas de Gestualidade Barroca da ESMAE, orientadas por Catarina Costa e Silva e Jean-Denis Monory; Masterclasse de Violino Barroco com Amandine Beyer e III, IV e V Festivais de Música Antiga da ESMAE. Durante o seu percurso na ESMAE tocou sob a direção de Pedro Sousa e Silva, Marco Ceccato, Ana Mafalda Castro, Benjamin Chénier, Catarina Costa e Silva, Magna Ferreira, Hugo Sanches, Ronaldo Lopes e Pedro Lopes Castro. Em orquestra barroca e ensemble seiscentista já participou, como violinista e violetista barroco, em obras como Europe Galante, de A. Campra, D. Quixote e Tafelmusik em Mi menor, de G.P. Telemann, Misere ZWV 57 de J. D. Zelenka, Fables sur petits airs et sur des vaudevilles choisis, de M. Delalande,  as Cantatas BWV 131, 150 e 156, de J. S. Bach, Missa Decantabat Populus de Giovanni Croce, Ballo delle Ingrate e Combatimento, de Tancredi, Clorinda, de Claudio Monteverdi e a Missa Dicebat Jesus, de Duarte Lobo. Participou ainda num estágio sobre Bach, com as Cantatas BWV 22e 26, orientado por Ton Koopman e Peter de Groot, com concerto na Eglise Saint Roch, em Paris, em novembro de 2018. Participou nos festivais: In Spiritum – Festival de Música do Porto e Le Nuove Musiche (Santiago de Compostela). Para além de música antiga participa regularmente no festival de música contemporânea da ESML - Festival Peças Frescas Edição Açores. No âmbito profissional, é violinista e membro efetivo da Orquestra Sinfonietta de Ponta Delgada e membro efetivo da Orquestra e Associação Quadrivium de Ponta Delgada desde a sua formação. Durante o seu percurso na Sinfonietta interpretou obras como as Sinfonias n.º 4, 5 e 8 de L. van Beethoven, as óperas Don Pasqualle e Rita de G. Donizetti, a ópera Don Giovanni, as Sinfonias n.º 1 e 29 e o Requiem de W. A. Mozart, a ópera Cavaleria Rusticana de P. Mascagni, o Messias de Händel, a Sinfonia Surpresa de J. Haydn, a Sinfonia n.º 1 de J. Brahms, a Sinfonia n.º 1 de R. Schumann a Sinfonia n.º 9 From the New World de Antonín Dvorák, as Variacões sob um Tema Rococó de Piotr Tchaikovsky e o Requiem de G. Fauré. Tem trabalhado com maestros como Amâncio Cabral, Jean-Sebastian Béreu e José Eduardo Gomes. Colabora com a Orquestra Clássica da FEUP do Porto desde 2018, sob a direção de José Eduardo Gomes.